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09/10/2026

Com prisões em SP, sobe para 26 o número de presos na Operação Equação Final

Subiu para 26 o número de presos pela ‘Operação Equação Final’, deflagrada na madrugada desta quinta-feira (8/10). No total, 24 faccionados foram capturados em solo baiano e dois localizados no estado de São Paulo.


Conforme o titular da FICCO Bahia, delegado federal Eduardo Badaró, os suspeitos presos em SP eram envolvidos com o fornecimento de armas e drogas para uma organização criminosa na Bahia.


“Eles também eram responsáveis pelo intercâmbio de criminosos entre os estados, facilitando a circulação de integrantes da organização criminosa entre a Bahia e São Paulo, contribuindo para a prática de outros delitos”, disse.


Os envolvidos têm histórico criminal por homicídios, associação criminosa e envolvimento com o tráfico de drogas.


Policiais da FICCOs BA E SP, das Diretorias Regionais de Polícia do Interior (Dirpins) Sudoeste e Sul, Comandos de Policiamento Regional (CPRs) Médio Rio de Contas e Sul, das CIPEs Central e Cacaueira, do TOR, além de equipes da Divisão de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos e Cargas (DIVECAR) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da PCESP, participam da ação.


Investigação aponta centro da atuação em Ipiaú e Ubatã


As ações foram realizadas em Jequié e municípios do território do Médio Rio das Contas, como Nova Ibiá, Itacaré, Ipiaú, Dário Meira, Ubatã e Gongogi. Suspeitos também foram presas durante a operação, em São Paulo.


Segundo as investigações, os suspeitos atuavam principalmente nos municípios de Ipiaú e Ubatã, com ramificações em outras cidades baianas.


Até o momento, os nomes dos investigados não foram divulgados, assim como as supostas funções que cada um exerceria dentro da organização criminosa.


Além das prisões e dos mandados de busca, a Justiça autorizou o bloqueio de contas, bens e outros valores relacionados aos investigados.


A medida tem como objetivo impedir a movimentação do patrimônio durante o andamento das investigações. O bloqueio determinado pela Justiça pode chegar a R$ 15 milhões.

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