![]() |
Foto: Reprodução/ilustrativa |
O Brasil receberá em breve a TV 3.0. Um avanço na maneira de assistir à telinha. Com ela, os telespectadores vão ganhar mais interatividade e mais qualidade de imagem e som superior aos padrões atuais.
Com a TV 3.0, os tradicionais canais serão substituídos por aplicativos das emissoras, semelhantes às ferramentas encontradas nas plataformas de streaming.
A nova televisão também contará com propagandas personalizadas para quem está assistindo, graças a essa interatividade. Os exemplos vão desde poder votar em uma enquete durante um programa, participar de um chat com outros espectadores ou até mesmo poder comprar itens apresentados numa novela ou comercial.
Por meio da nova tecnologia, totens de mídia Out of Home (OOH) serão capazes de receber conteúdo publicitário diretamente do sinal de TV, sem necessidade de internet, abrindo caminho para modelos de negócios em locais onde a conectividade é baixa.
A transição para os novos modelos deve ser gradual, assim como ocorreu na transição do sistema de TV analógico para o digital.
Na época, o governo ofereceu conversores de sinal gratuitamente para famílias de baixa renda. Desta vez, o Ministério das Comunicações ainda não tem uma definição sobre a distribuição gratuita de conversores para o sinal de TV 3.0.
O ministro Frederico de Siqueira Filho explicou que o governo trabalha atualmente com a ideia de que a TV 3.0 esteja disponível até a Copa do Mundo de Futebol de 2026, ou seja, até junho.
Para que o projeto DTV+ saia do papel, é necessário que o Presidente Lula assine um decreto presidencial com as determinações para o novo sistema de televisão. Além disso, as normas relativas à TV 3.0 devem passar por uma consulta pública, ainda sem previsão para ocorrer.
De acordo com o coordenador do Fórum do SBTDV, duas emissoras experimentais serão instaladas ainda em 2025, sendo uma em São Paulo e outra em Brasília.
Nenhum comentário:
Postar um comentário