Produtores de cacau do sul da Bahia saem em carreata e fazem protestos contra importação do Cacau - JITAÚNA EM DIA

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Produtores de cacau do sul da Bahia saem em carreata e fazem protestos contra importação do Cacau

Foto: Mercado do Cacau Os grandes p rodutores de cacau do sul da Bahia tem mantido as mobilizações contra a queda no preço do produto, que, ...

06/02/2026

Produtores de cacau do sul da Bahia saem em carreata e fazem protestos contra importação do Cacau

Foto: Mercado do Cacau

Os grandes produtores de cacau do sul da Bahia tem mantido as mobilizações contra a queda no preço do produto, que, segundo o setor, estaria relacionada ao deságio praticado pela indústria após a importação de amêndoas da Costa do Marfim. 

A desvalorização tem impactado diretamente a renda dos cacauicultores da região sul baiana. Segundo produtores, a arroba do cacau que no ano passado permaneceu por vários meses na faixa de R$ 1 mil, e atualmente é comercializada por cerca de R$ 200, gerando preocupação e prejuízos para a cadeia produtiva. 

Na manhã desta sexta-feira (6), produtores rurais realizaram uma carreata que teve início em Aurelino Leal, passando por Ubatã, Barra do Rocha, Ipiaú e Jitaúna, com destino final em Jequié. Muitos produtores chamaram a atenção e demonstraram preocupação com a situação vivida.

O protesto foi encerrado com uma concentração na Praça da Bandeira, no centro de Jequié, onde os produtores reforçaram as reivindicações por medidas de proteção ao setor, valorização do produto nacional e revisão das políticas de importação do cacau.

Na passagem da carreata no centro de Jitaúna, o blog JD entrevistou o secretario de Meio Ambiente, Edvaldo Peixoto "Badoquinha", que falou sobre os impactos econômicos enfrentados pelos trabalhadores em Jitaúna, falou ainda das necessidade de ações emergenciais para o setor do cacau, além do fortalecimento da categoria que tem sofrido com preço baixo do produto que tem variado de preço ao longo da semana. 

"Uma realidade dura para os nossos cacauicultores da cidade, pense no produtor colher, quebrar e secar o produto e chegar a venda com o preço que está, não vale a pena, sem falar que muitos pagam trabalhadores. Fica difícil sobreviver nessas condições, por isso estamos imbuídos na busca da melhora não só da produção mais também do preço final". destacou Badoquinha.

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